Polícia Civil indicia servidor da Câmara de Siderópolis por desvio de R$ 85 mil

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Por iniciativa da Câmara de Siderópolis, a Polícia Civil concluiu o inquérito que apurava irregularidades no financeiro da Casa e indiciou um funcionário como suspeito de fazer desvios do caixa.

A Câmara também levou o caso ao Ministério Público e reforça que “jamais compactuará com qualquer conduta que não esteja de acordo com os princípios básicos dos deveres civis e públicos”.

O Legislativo reitera que segue à disposição das autoridades e esferas da Justiça para quaisquer esclarecimentos e informações para o andamento das investigações e elucidação para que se cumpra os rigores da Lei.

Confira na íntegra a nota emitida pela Polícia Civil

A POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SANTA CATARINA, após mais de um mês de investigações, concluiu o inquérito policial que apurava os desvios do caixa da Câmara Municipal de Siderópolis .

Após a realização das diligências investigatórias, foi possível coletar indícios de autoria no sentido de que um funcionário do setor de contabilidade teria se apropriado de aproximadamente oitenta e cinco mil reais oriundos da Câmara Municipal do Município de Siderópolis nos dois últimos anos.

Na ocasião, o ora indiciado, conforme apurado nas mais de duzentas páginas do procedimento investigatório, era responsável por realizar os pagamentos e contabilidade na Câmara e, aproveitando-se de sua função, efetuou diversas transferências, não somente para sua própria conta corrente, como também para a de familiares e de terceiros.

Com o dinheiro público, auferido pelo indiciado, eram efetuados pagamentos a esses terceiros e inclusive de contas do próprio investigado.

O inquérito foi concluído e remetido ao Ministério Público que atuará na fase processual, como também na ação de improbidade administrativa. Todos os indícios de desvio de períodos anteriores serão também encaminhados ao Ministério Público.

A conduta praticada pelo indiciado pode acarretar numa pena de reclusão de até doze anos de prisão, além de multa, sequestro de bens móveis e imóveis, e, inclusive, a perda do cargo público efetivo que ocupava.

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