Bellunenses das antigas 100%

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O verdadeiro e autentico BELLUNENSE DAS ANTIGAS, é aquele que preenche no mínimo 75% dos requisitos abaixo, informo que este índice é benevolente. Se não atender este percentual, não é autentico Bellunense da Velha Guarda.

–  Ter assistido um clássico, Treviso x Itaúna, no estádio Sebastião Toledo dos Santos.

–  Ter chupado picolé de framboesa do bar do Seu Aldo.

–  Ter jogado sinuca no Sider Bar, na época do Seu Zé Fabris, ou no bar do Pasetto.

–  Ter jogado pacau, e perdido para o Tubarão.

–  Ter colocado o ouvido no trilho antes de cruzar o túnel, para certificar-se de que o trem não estava próximo.

–  Ter andado de trolley, que na época chamávamos de “tróli tracionado a bambu”, quando o pessoal da Estrada de Ferro estava dando manutenção na linha.

–  Ter feito o Ginásio no Colégio Dom Orione, ou no Grupo Escolar José do Patrocínio.

–  Ter tomado injeção pelas mão do Osório, na farmácia do Seu Hugo.

–  Ter jogado pelada no campo da Vila ou no do Encruzo.

–  Ter feito um terno no Ceir Coral ou no Seu Afonso Olivo.

–  Ter mentido para o seu Luiz Vendrame, dizendo que tinha 18 anos, para poder assistir filmes de mulher pelada.

–  Ter comprado pipoca do seu Moisés, no intervalo das aulas, que chamávamos de hora do recreio.

–  Ter participado de uma corrida de bicicleta no dia 1º de maio, programada pelo Irmão Macário.

–  Ter pedido prenda no Montanhão, para a festa de São Donato e São Pio X, no Colégio Dom Orione, para ganhar um ponto na nota de matemática.

–  Ter ido na Olaria do Patel, em Sant’Aninha, buscar barro para a aula de criatividade.

–  Ter assistido os slides “Catecismo de São João em Projeções Sonoras”, que na época chamávamos de filme parado, nas aulas de religião no Colégio Dom Orione.

– Ter feito aulas de datilografia na Escola Remington Rand do Brasil, do Seu João Sargento e da Dona Terezinha.

–  Ter roubado uva na chácara do Seminário.

–  Ter sido coroinha do padre Pedro ou do padre Martins.

–  Ter dito que viu “o trem tomar água”, no pé do morro da estrada de Urussanga.

–  Ter conhecido ou ao menos viu falar do Orlandão, Nego Sete, Seu Tico-tico, e o Verdinho.

–  Ter ouvido falar: fique quieto que o Peito Roxo tá chegando.

–  Ter se associado a AJUS (Associação Juventude Unida de Siderópolis), e participado das reuniões após as missas de Sábado à noite.

–  Ter comprado torradinho do Diquinho na frente do Cine Belluno.

–  Ter sido escoteiro no tempo do Seu Ramos, e decorado a letra da música: “A Árvore da Montanha”.

–  Ter batido foto, que na época chamávamos de tirar retrato, com o Seu Comim, ou com o “Coligadas”.

–  Ter matado um gato do vizinho para trocar por um ingresso no Circo “Irmão Robattini”.

Por Vânio Savi

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