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Comportamento alimentar pauta primeiro encontro de mais um grupo de emagrecimento saudável de Siderópolis

Mais um grupo de emagrecimento saudável iniciou no município de Siderópolis e já no primeiro encontro a discussão girou em torno do ‘Comportamento Alimentar’, que explica as mudanças necessárias para a perda de peso. Por meio de acompanhamento nutricional, psicológico e treinamento físico, este é o segundo grupo do ano de mulheres de Siderópolis que vem dando um passo importante na luta contra a obesidade. Desenvolvido pelo Governo Municipal, por meio do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) em parceria com as Unidades de Saúde, o programa promove encontros periódicos, com rodas de conversa, orientações, avaliações e a prática de atividades físicas.

“O objetivo do grupo é fornecer apoio e suporte, por meio da teoria e da prática, para que as participantes consigam um emagrecimento saudável e sustentável e mantenham o foco mesmo depois de encerrados os encontros”, destacou a nutricionista, Rosangele Pavan Salvaro, acrescentando que após conversa com as participantes foi feita degustação de algumas preparações típicas de festa julina, como a paçoca funcional, o quentão de hibisco e a pipoca com açafrão. “Mostramos que é possível tornar e consumir preparações tradicionais em versões mais saudáveis”, concluiu.

As participantes fizeram alongamentos e tiveram informações importantes sobre a prática de exercícios físicos, que iniciarão de forma efetiva no próximo encontro. Além de nutricionista as mulheres do grupo contarão com uma equipe multiprofissional (farmacêutica, fisioterapeuta, profissional de educação física e psicóloga) para apoio em todo o processo, que deve ser finalizado em novembro. Considerando a tendência no aumento dos números de pessoas com excesso de peso o grupo de emagrecimento saudável foi implantado em Siderópolis no ano 2015 pelo NASF (Núcleo de Apoio a Saúde).

Obesidade – Conforme o relatório da Vigitel Brasil 2016 (vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico), o excesso de peso está presente em 53,8% dos adultos. Sabe-se que a obesidade é fator de risco para uma série de doenças, como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, que geram um alto custo para o SUS.

Esse documento mostrou que a obesidade cresceu 60% em dez anos. De 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, sendo a frequência semelhante entre os sexos.

Diante dessa realidade, em 2013, foram lançadas portarias que instituíram a organização da prevenção e do tratamento do sobrepeso e da obesidade como linha de cuidado prioritária da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.

Fonte Simone Costa

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