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Caso Marronzinho: Ministério Público pede júri popular

Giorgio Guedin

O Ministério Público solicitou à Justiça que os três indiciados pelo homicídio de Reni Carlos Masiero,  o Marronzinho, empresário de 51 anos assassinado em Siderópolis em 2014, sejam julgados através do Tribunal do Júri, que é julgamento com a participação de populares. O pedido ainda será analisado pela 1ª Vara Criminal de Criciúma, responsável pelo caso, e ainda não há previsão de quando o parecer sairá.

A solicitação do tribunal do júri é um antigo pedido da família da vítima. “Queremos que eles (os três acusados) não tenham mais chances de defesa. Que com o clamor popular se faça justiça”, comentou um dos irmãos da vítima. O pedido do Ministério Público é para a então esposa, N. M., 52 anos, acusada de ser a mentora do crime; V. C., acusado também de ser o mentor do crime junto com a esposa de Reni e A. B., acusado de praticar o crime a mando de V. C. e N. M. “Nossos pais, com mais de 80 anos ainda estão vivos e sofrendo dia após dia com esse crime e queremos justiça”, declarou outra irmã.

Relembre o caso

Marronzinho foi assassinado com cinco tiros no dia 22 de fevereiro de 2014 no sítio de sua propriedade no Bairro Rio Jordão, em Siderópolis e seu corpo encontrado na manhã seguinte ao crime. Ele era casado com a então esposa, acusada de ser a mandante do crime, sendo que foram casados por 30 anos e possuem quatro filhas.  Além da esposa, V. C. também é considerado acusado de ser o mentor do crime. Já A. B. foi contratado por V. e é acusado de atirar em Reni, a mando da dupla.

A. B. foi preso ainda no final de 2014 no Balneário Rincão. Já a ex-esposa e o responsável por contratar os serviços de A.B. foram presos por menos de um mês, em maio do ano passado. Com a soltura de A., todos os três suspeitos envolvidos no crime estão soltos atualmente.  O trio nega as acusações. O processo tramita desde abril de 2014 na Justiça e no ano passado os familiares reclamaram da morosidade na esfera judicial.

Fonte A Tribuna

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